Fundo SWBG para Conservação

O Fundo SeaWorld & Busch Gardens para Conservação foi estabelecido como uma fundação privada sem fins lucrativos em 2003 – criada para aumentar o apoio a projetos de conservação de base que estão realmente fazendo a diferença. Apoiamos uma ampla gama de programas, desde a reintrodução de chitas às áreas nativas na Namíbia, a contratação de guardas para proteger elefantes de caçadores furtivos, a salvar ninhos de tartarugas marinhas nas costas da América Central de animais selvagens, a limpar praias norte-americanas repletas de detritos marinhos.

Desde a sua criação, o Fundo de Conservação SeaWorld & Busch Gardens concedeu mais de US $ 17 milhões em subsídios de conservação para mais de 1200 organizações. Atualmente, o Fundo fornece mais de US $ 1 milhão por ano para programas de conservação alinhados com as principais áreas de foco (resgate e reabilitação, educação em conservação, proteção de habitat e pesquisa de espécies).

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A parceria entre a AMPA e o Fundo SWBG se estabeleceu em 2019 com o objetivo de apoiar financeiramente as ações do Programa de Reintrodução dos Peixes-bois da Amazônia pelo período de 1 ano.

Este Programa, que trata especificamente dos peixes-bois, ocorre em 5 etapas: 1) Resgate; 2) Reabilitação; 3) Semi Cativeiro; 4) Reintrodução; e 5) Monitoramento. Desde 2016, já foram reintroduzidos 31 indivíduos na natureza, proporcionando uma segunda chance de vida a estes animais. O local de reintrodução e monitoramento ocorre na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Piagaçu-Purus, distante 230km de Manaus – entre os municípios de Beruri e Anori, ambos no Amazonas.

O tempo de reabilitação dos filhotes, que geralmente são resgatados por conta de emalhe acidental em redes de pesca ou por estarem órfãos devido as ações de caçadores que matam os indivíduos adultos, pode variar entre 5 e 10 anos. Geralmente chegam na área de reabilitação, no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – Inpa, com idade entre alguns dias de vida a 3 meses e em alguns casos, feridos.

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